Lendo essa história você vai descobrir que cada um tem a sua floresta. Quem sabe a sua não está aí, bem pertinho de você?
A minha floresta traz um segredo, um segredo que o leitor descobre ao terminar a leitura. Afinal, que floresta é essa, que a personagem do livro tanto admira e com quem até conversa? Por que ela é tão especial? Que cuidados requer?

Num tempo em que os cuidados com o planeta fazem parte de todas as intenções para o presente e o futuro, nada melhor do que mostrar para as crianças, desde as menores, que a natureza requer cuidados e que cabe a nós essa tarefa. Em A minha floresta, a personagem que conversa com sua floresta, de quem se torna amiga, é também a pessoa que cuida para que a floresta se desenvolva. Essa mensagem fica clara para o leitor do livro, que pode se ver como responsável por cuidar da natureza ao seu redor.

Livro indicado para 1º a 5º ano do Ensino Fundamental para trabalhar visão de mundo, a forma como a proximidade altera a visão que podemos ter das coisas, o porquê de uma criança imaginar que um vasinho de flores é sua floresta, a vida fechada que as crianças de hoje levam, principalmente nos grandes centros urbanos etc. Propicia também uma discussão sobre os cuidados que temos e devemos ter com a natureza que nos cerca, afinal cuidar de um vaso é um bom início para quem um dia vai precisar cuidar do planeta!


A minha floresta - Sugestões para o(a) professLivros - Lit. Infantojuvenil - Sugestões para o Professor:or(a)

 

Apresentamos a seguir sugestões para trabalhar com o livro A minha floresta em sala de aula. O professor pode selecionar aquelas que sejam mais adequadas a sua turma ou pode seguir todo o roteiro de atividades. Algumas podem ser feitas de forma interdisciplinar, com o auxílio do professor de Artes, por exemplo. Mas se não houver a possibilidade desse trabalho em conjunto, o professor de sala de aula pode realizar todas as atividades com seus alunos.

Antes de iniciar a leitura do livro, o professor pode levantar questões como:

- Pelo título e pela capa, como vocês imaginam que será a história?

- Como vocês acham que é uma floresta? O que ela precisa para se manter?

- Como os seres humanos interagem com as florestas?

Após a leitura

Para dar início às atividades, seria muito interessante que cada aluno pudesse ter um vasinho para plantar sementes de flores. Se os vasos ficarem na escola, poderiam elaborar no caderno quadros onde anotariam a data de observação, o aspecto da planta no dia e a quantidade de água com que se regou o vaso. Se os vasos ficarem em casa, os alunos devem preencher os quadros em casa, e o vaso pode ser levado para a escola no final de um período estabelecido pelo professor (ou ao término das atividades sobre o livro), para que os alunos vejam os vasos uns dos outros.

Atividades sugeridas:

Pág. 5 - Propor que cada aluno desenhe sua floresta, como imagina que seria.

A minha floresta - Sugestões para o(a) professor(a)

Livros - Lit. Infantojuvenil Sugestões para o Professor

Apresentamos a seguir sugestões para trabalhar com o livro A minha floresta em sala de aula. O professor pode selecionar aquelas que sejam mais adequadas a sua turma ou pode seguir todo o roteiro de atividades. Algumas podem ser feitas de forma interdisciplinar, com o auxílio do professor de Artes, por exemplo. Mas se não houver a possibilidade desse trabalho em conjunto, o professor de sala de aula pode realizar todas as atividades com seus alunos.

Antes de iniciar a leitura do livro, o professor pode levantar questões como:

- Pelo título e pela capa, como vocês imaginam que será a história?

- Como vocês acham que é uma floresta? O que ela precisa para se manter?

- Como os seres humanos interagem com as florestas?

Após a leitura

Para dar início às atividades, seria muito interessante que cada aluno pudesse ter um vasinho para plantar sementes de flores. Se os vasos ficarem na escola, poderiam elaborar no caderno quadros onde anotariam a data de observação, o aspecto da planta no dia e a quantidade de água com que se regou o vaso. Se os vasos ficarem em casa, os alunos devem preencher os quadros em casa, e o vaso pode ser levado para a escola no final de um período estabelecido pelo professor (ou ao término das atividades sobre o livro), para que os alunos vejam os vasos uns dos outros.

Atividades sugeridas:

Pág. 5 - Propor que cada aluno desenhe sua floresta, como imagina que seria.

Pág. 6 - Montar uma “caixa de tato”. Pode ser uma caixa de papelão ou de sapato. Colocar na caixa vários materiais para que os alunos, com a mão, tentem descobrir o que é e percebam as diferentes texturas dos materiais. Sugestões: bolinha de gude, palito de sorvete, palito de fósforo, pedaço de tecido, chave, clipe, lápis, lixa, espuma, isopor, tampa de garrafa, corda, pedra, borracha, algodão, folha, folha seca etc. Seria bom fazer uma cobertura de tecido escuro para a caixa, com um buraco no meio, por onde a criança colocaria a mão.

Enquanto um aluno está fazendo a atividade, os outros alunos vão escrevendo no caderno os objetos encontrados ou as sensações descritas pelo aluno que está mexendo na caixa.

Outra opção seria pedir aos alunos que tragam folhas diversas para compará-las quanto a aspecto, cor, tamanho, forma e, em seguida, fazerem um cartaz. Lembrar que não devem arrancar folhas de plantas, mas pegar as que estiverem no chão.

Fazer um levantamento sobre as partes de plantas que usamos em nossa alimentação. Caule: palmito. Raiz: batata,beterraba, mandioca. Folha: couve, alface. Semente: amendoim, castanha-do-pará. Fruto: banana, maçã, ameixa, tomate. Pode-se falar também sobre as folhas que são venenosas, como as de comigo-ninguém-pode, que muitas vezes as famílias têm em casa.

Pág. 9 - Pedir que as crianças fiquem em lugares inusuais, onde normalmente não ficam na sala de aula ou em outro ambiente da escola, de preferência ao ar livre, para que possam ver o ambiente de um outro ângulo. Propor um debate sobre o que vêem e sobre as diferenças que percebem ao mudar o ângulo de visão. Continuar o debate pedindo que falem sobre coisas diante das quais se sentem pequenas (montanha, avião etc.) ou grandes (abelha, formiga, cachorro etc.).

Outra opção de atividade é pedir que os alunos pesquisem ou perguntem a outras pessoas quais animais vivem em florestas. No caderno, fazer uma lista em duas colunas: Conheço / Não conheço. Depois, sugerir que desenhem um deles.

Pág. 10 - Montar uma “caixa de tato” para os pés. Colocar em cada tampa de caixa de sapato um tipo de material para que a criança perceba as texturas e tente descobrir o que é. Sugestões: sal grosso, açúcar, arroz, feijão, macarrão, areia, lixa, isopor, casca de ovo, algodão etc. Colocar uma venda sobre os olhos da criança quando ela for pisar sobre as caixas e ajudá-la a fazer o “percurso”.

Enquanto um aluno está fazendo a atividade, os outros alunos vão escrevendo no caderno os objetos encontrados ou as sensações descritas pelo aluno que está fazendo a atividade.

 

uma oportunidade para falar sobre os supérfluos que usamos no dia-a-dia e também sobre a contraposição de excessos x carências. Por exemplo, ao se falar sobre a importância do Sol para nós, pode-se falar sobre os problemas que o excesso de sol pode causar no ser humano.

 

 

 

 

 

A minha floresta - Autora: LUCÍOLA MORAIS

REF: ISBN 85-87306-13-8
R$33,00 Preço normal
R$24,75Preço promocional
  • Autora: Lucíola Morais

    Ilustrações: Dilce Laranjeira

     

     

    Editora Duna Dueto

     

    ISBN 85-87306-13-8
    Ano: 2005
    Número de páginas: 16
    Formato: 19 x 25 cm
    Peso: 90g